quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Que culto chato!

Uma das frases que têm se tornado frequentes entre alguns cristãos é exatamente essa. Muitos esperam ansiosos (ansiosos?) pelo culto de domingo – uns porque não podem ir à igreja durante a semana, outros porque não se importam – e quando, enfim, chega o domingo... “Que culto chato!”
Mas, por que os cultos têm se tornado tão chatos para alguns? Bem, há alguns fatores que levam a isso.

Se o crente, durante a semana, não ora, não lê a Palavra, não medita nas coisas do alto (Cl 3.2), vai se sentir um peixe fora do aquário quando estiver na igreja. Não é que o culto esteja sem graça, é que ele não está inserido no verdadeiro culto.

Não é possível passar a semana pensando, lendo, assistindo e ouvindo as “coisas da terra” e no domingo simplesmente sentir e compreender as “coisas do alto”. Não se pode fazer parte da Igreja antes de se tornar templo, o templo do Espírito Santo (1Co 6.19).

O adorador de verdade, cristão autêntico, vive cultuando, dia e noite, na ida e na volta, em casa ou no trabalho. Mas, como isso é possível? Pelo Espírito. É por isso que devemos andar, leia-se: viver, em Espírito, como nos orienta Paulo, em Gálatas 5.16 e Jesus, em João 4.24.


É nos comunicando com Deus pelo Seu Espírito que habiata em nós e pensando sempre nas coisas de cima, que edificam, ensinam e nos fortalecem em Sua presença, que conseguiremos alcançar o alto nível de adorador. Outro recurso que vai contribuir é trazer à memória quem deve ser cultuado, quem é o alvo da adoração. E, quem sabe, refletir sobre os pensamentos dele a respeito do culto, do culto que você oferece. Será que Ele não está pensando: “que culto chato!”?

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Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu filho único para que todo aquele que nele crê não seja escravo do pecado e tenha a vida eterna!